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Atenção: não apenas seus caminhões que precisam de revisão, os tributos que sua empresa paga também!

Por FENATAC Comunicação

13/07/2021



Nem preciso dissertar muito sobre o peso da alta carga tributária em nosso país. Quando se trata das costas dos empresários de transporte de cargas, acredito que este peso muitas vezes é ainda mais difícil de carregar.


Mas esse complexo sistema de impostos e taxas de tributos que somos obrigados a pagar nem sempre funciona perfeitamente. É comum empresas descobrirem com muito esforço e depois de um bom tempo que estavam pagando mais do que o devido.


Mesmo o mais experiente profissional administrativo de uma empresa pode não conseguir detectar essas incorreções e o resultado é fácil de entender: transportadoras no sufoco, talvez sem as certificações necessárias para continuar operando, sem dinheiro no caixa, vivendo mês a mês com a corda no pescoço.


A boa notícia é que hoje temos escritórios especializados em tributação, com tecnologia e experiência para analisar todo o seu histórico de pagamentos de tributos e, rapidamente, descobrir as brechas, pagamentos irregulares ou incorreções que funcionam como um “furo no encanamento”, fazendo sua empresa desperdiçar, jogar no ralo indevidamente boa parte do faturamento.


Muitos empresários que procuraram esses escritórios conseguiram reduzir significativamente o valor pago em tributos, alguns casos até com devolução de grandes valores pagos erroneamente por anos.


Para se ter uma ideia, segundo um advogado especialista no assunto, parceiro da FENATAC, em alguns casos é possível reduzir em cerca de 40% o valor dos tributos mensais. Faça a conta e veja o quanto isso poderia aliviar suas despesas.


E falando em nossos parceiros, a FENATAC pode sugerir escritórios respeitados e de sucesso para, caso você se interesse, fazer uma detalhada análise da sua vida fiscal e, quem sabe, ajudar a diminuir as dívidas ou o montante pago por sua empresa. Procure aqui mesmo no portal as parcerias da Federação ou entre em contato conosco.


O que não dá para aceitar é o excesso de carga, nem nas estradas, nem dentro de nossos negócios!