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CNT apresenta, em Florianópolis, resultados da Pesquisa CNT de Rodovias 2022

POR IMPRENSA | MAR 2, 2023 | NOTÍCIAS, OUTROS

O estudo aponta que 68,2% da malha rodoviária pavimentada de Santa Catarina é classificada como regular, ruim ou péssima

A diretora executiva adjunta da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Fernanda Rezende, esteve, nesta semana, na sede da Federação das Empresas de Transporte de Carga do Estado de Santa Catarina (Fetrancesc) e falou, em especial, sobre a avaliação da malha rodoviária pavimentada federal e as principais rodovias estaduais de Santa Catarina.

Em 2022, o estado de Santa Catarina teve um total de 3.510 quilômetros de rodovias analisados. Destes, 2.387 quilômetros eram vias federais e os outros 1.123 quilômetros, trechos sob a responsabilidade estadual. O estudo aponta que 68,2% da malha rodoviária pavimentada é classificada como regular, ruim ou péssima. Contudo, se analisarmos as rodovias sob gestão pública, a situação é ainda pior, chegando a 84,8% com problemas. Conforme a Pesquisa CNT de Rodovias 2022, são necessários R$ 2,25 bilhões para recuperar as rodovias em Santa Catarina, com ações emergenciais de restauração e de reconstrução.

De acordo com Fernanda, o cenário não é favorável aos transportadores que transitam por Santa Catarina e precisam da infraestrutura rodoviária para desempenhar suas funções. “A falta de investimentos e manutenção preventiva nas rodovias faz com que a situação esteja cada vez pior. O ideal seria que houvesse investimentos e manutenções contínuos”, observa. Segundo a representante da CNT, é muito provável que, em um futuro próximo, toda a malha rodoviária que não recebeu manutenção tenha que ser reconstruída, o que implicaria custos mais altos.

Para o presidente da Fetrancesc, Dagnor Schneider, a situação é preocupante. “Infelizmente as rodovias em Santa Catarina, sejam da malha estadual ou federal, estão em um estado de conservação bastante precário. Isso nos leva a um maior número de acidentes e vítimas e à ampliação do custo operacional da atividade do transporte rodoviário de cargas”, exemplifica. Citando a Pesquisa, Schneider ressaltou ainda que os custos, em termos operacionais, do TRC chegam a 34,7% a mais que o normal e “precisam ser repassados à sociedade por meio do aumento das tarifas de frete”, completa.

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