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Fluxo de veículos pesados recua 1,4% nas estradas do Brasil em julho

Apesar do recuo no movimento em relação a junho, o fluxo de veículos como caminhões e ônibus teve alta média de 8,2% em 12 meses


Por Estadão

12/08/2021



O fluxo de veículos pesados, sobretudo caminhões, caiu 1,4% nas rodovias do Brasil. A queda foi registrada em julho na comparação com junho Nesse interim, o fluxo de veículos leves aumentou 1,4%. Os dados fazem parte do Índice ABCR. O estudo que mede o movimento nas estradas do País é feito pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias.


Comparado ao mesmo período de 2020, o fluxo de pesados cresceu 3,7%. Além disso, em 12 meses o índice total teve alta de 4,1%. Seja como for, isso é resultado do grande aumento do fluxo de pesados, de 8,2%. Por sua vez, a circulação de leves caiu 2,6% no mesmo período.


Assim, no acumulado de janeiro a julho de 2021, houve alta de 12,7%. Nesse sentido, o aumento da circulação de pesados foi de 11,8%. Ao mesmo tempo, a de leves cresceu 13,1%.


Alta está ligada à vacinação


Segundo a Tendências Consultoria, que fez o estudo, a retomada do fluxo de veículos leves é resultado do avanço da vacinação contra a covid-19. “Porém, o fluxo de pesados começa a refletir os impactos negativos da queda de desempenho industrial”, diz a analista da consultoria, Andressa Guerrero.


Segundo ela, o volume de fluxo de pesados está 4% acima do registrado antes da pandemia. “Porém, começa a exibir dificuldades em manter o ritmo de crescimento”, diz.

Em São Paulo, o fluxo de veículos em estradas pedagiadas cresceu 1,4% em julho na comparação com junho. Ou seja, somando leves e pesados. Nesse sentido, considerando apenas os leves houve alta de 2,7% no movimento. No mesmo período. o de pesados apresentou retração de 1,6%.


Em 2021. fluxo de veículos cresce 12,3%


Em relação ao mesmo período de 2020, o Índice ABCR cresceu 17,2%. Ou seja, o fluxo de veículos leves avanço 23,4%. Por sua vez, o de pesados registrou alta de 1,6%.


Além disso, em 12 meses o índice total acumula alta média de 2,7%. Nesse sentido, houve duas altas. Ou seja, de 1,1% no fluxo de veículos leves e de 7,6% no de pesados.

Assim, no acumulado de 2021 o índice total avançou 12,3%. Ou seja, considerando a alta de 12,7% no segmento de leves. Bem como de 11,2% no de pesados.