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Polícia desarticula quadrilha que aplicava golpes em caminhoneiros por meio de aplicativos de fretes


Imagem de Polícia Civil de São Paulo
Imagem de Polícia Civil de São Paulo

A Polícia Civil de São Paulo, por meio do Deinter-7, deflagrou a operação Fake Work, visando desarticular uma quadrilha especializada em crimes contra caminhoneiros usando plataformas digitais, como aplicativos de fretes.

De acordo com as investigações da polícia, o grupo fazia anúncios falsos de transporte de medicamentos, com valores bem acima do praticado no mercado, para atrair as vítimas.

Os caminhoneiros que se interessavam por essas cargas eram persuadidas a cumprir exigências da falsa empresa, como a aquisição de uma câmera para instalação no veículo e o pagamento de um seguro, sob o pretexto de garantir a segurança do serviço. Os valores cobrados chegavam a R$ 2 mil.

Os golpistas utilizavam o nome de uma grande empresa de transportes de Santa Catarina, visando aumentar a credibilidade da fraude. A empresa não tem qualquer relação com os investigados.

Depois que convenciam os caminhoneiros e recebiam os valores, os criminosos encerravam os contatos com os motoristas, concretizando o golpe.

Nas investigações, os policiais civis identificaram um dos integrantes do esquema e localizaram a “central do golpe”, instalada na área central do município de Santo André, na região metropolitana de São Paulo. Em cumprimento a mandados judiciais, as equipes realizaram uma operação no local e encontraram o que foi descrito como um verdadeiro “call center” do crime, equipado com diversos telefones celulares, estações de trabalho e materiais utilizados para aplicar os golpes.

Durante a ação, oito pessoas foram detidas. Duas delas foram presas em flagrante por corrupção ativa ao tentarem subornar os agentes para evitar a prisão. Além disso, foram apreendidos dois  veículos, uma motocicleta, cerca de R$ 7 mil em espécie, celulares, notebooks, folhas de cheque em branco e anotações relacionadas à atividade criminosa.

As investigações apontam para a possibilidade de o grupo estar envolvido em pelo menos duas dezenas de casos similares, incluindo um registrado em Piedade-SP.

 
 
 

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