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Polícia Federal faz operação contra quadrilha especializada em roubo de cargas


Ferrari apreendida na Operação Hammare / Imagem de Polícia Federal
Ferrari apreendida na Operação Hammare / Imagem de Polícia Federal

Uma operação da Polícia Federal e do GAECO de São Paulo resultou na desarticulação de uma quadrilha especializada em roubos de cargas e caminhões, desmanche, receptação e lavagem de dinheiro, baseada no estado de São Paulo e com atuação em diversos estados do país. A operação foi chamada de Hammare.

A ação da polícia contou com 110 policiais federais e 100 policiais da Polícia Militar Rodoviária do estado de São Paulo estão dando cumprimento a 17 mandados de prisão temporária e 24 mandados de busca e apreensão, nos estados de São Paulo, Paraná, Rondônia e Rio Grande do Sul, todos expedidos pela 1ª Vara Judicial Criminal da Comarca de Cajamar, SP.

Também foram realizados sequestro de bens e valores dos criminosos, com um valor total de R$ 70 milhões.

A investigação começou em 2023, após um roubo de carga e caminhão ocorrido em julho de 2023, na cidade de Cajamar-SP.

Após diligências e investigações, foi identificada uma organização criminosa voltada a roubo de cargas e caminhões, desmanche e receptação, cujos líderes passaram a usufruir elevado estilo de vida com aquisição de carros de luxo, lanchas, motos aquáticas e imóveis de alto padrão, além da presença em camarotes vips de shows e eventos.

A investigação estruturou-se sobre a organização criminosa e o apontou para a existência de três grupos especializados em:

  1. roubo,

  2. desmanche e

  3. receptação.


Por meio de empresas de peças e manutenção de veículos, a organização dedicou-se a receptação e comercialização de caminhões, peças e motores roubados, inclusive encomendando roubos especificando o tipo e modelo de veículo que desejavam.

Ante a complexidade cada vez maior para a investigação dos integrantes dos grupos de desmanche e receptação, optou-se pela desarticulação imediata do braço da organização responsável pelos roubos, cuja atuação ininterrupta resultou em pelo menos 50 crimes identificados entre 2021 e 2024.

Os responsáveis pelos roubos e dois receptadores, contra os quais já havia provas suficientes, foram presos durante as Operações Aboiz (2023) e Cacaria (2024), deflagradas com o objetivo de encerrar a atividade violenta e permanente de roubos da organização.

O material apreendido em ambas, mais a análise de dados telemáticos, financeiros e bancários, permitiram a correta identificação dos investigados, assim como seus papéis dentro da organização, inclusive os de líderes e financiadores, resultando na operação de hoje.

 
 
 

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