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Empresa vai criar sistema de carga autônomo entre Estados Unidos e México

  • 24 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura
Imagem de Green Corridors
Imagem de Green Corridors

A empresa de tecnologia Green Corridors, uma nova iniciativa logística público-privada, obteve no último dia 9 de junho a aprovação da Casa Branca para construir e operar o Sistema Internacional de Transporte de Cargas (IFTS), que ligará Laredo, no Texas, a Monterrey, no México. A proposta, segundo a empresa, promete aliviar o congestionamento nas vias de entrada e nas duas cidades, além de reforçar a segurança em relação ao cenário atual. O trajeto será aéreo, por meio de um tipo de linha férrea de cargas, onde veículos autônomos irão trafegar.

Com o respaldo do Departamento de Estado dos EUA, da Alfândega e Proteção de Fronteiras e de parceiros internacionais, o projeto da Green Corridors está posicionado para se tornar a infraestrutura terrestre de transporte de cargas mais avançada da América do Norte. A iniciativa, que não depende de recursos públicos, é financiada por um consórcio de investidores privados.

“Este projeto representa uma mudança de paradigma no transporte com nosso maior parceiro comercial,” afirmou Mitch Carlson, CEO da Green Corridors. “Ao separar o transporte de cargas do tráfego público, podemos reduzir significativamente os custos de transporte e resolver sérios problemas de congestionamento e segurança.”

O sistema combina tecnologias inovadoras, como softwares avançados, pistas elevadas, terminais de carga e uma frota de veículos autônomos, para otimizar o fluxo em corredores comerciais estratégicos. Segundo o Wall Street Journal, um representante da Casa Branca destacou que a conexão Laredo-Monterrey pode reduzir os tempos de espera nas fronteiras, fortalecer a cadeia de suprimentos e ampliar a capacidade para atender ao crescente comércio com o México.

A Green Corridors planeja gerar receita cobrando taxas dos clientes que utilizarem o sistema, sem depender de financiamento governamental. As obras devem começar nos próximos 36 meses, com operações previstas para 2031. O projeto é visto como um marco para a modernização do transporte de cargas na região, prometendo benefícios econômicos e logísticos para ambos os lados da fronteira.

 
 
 

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