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GreenYellow investe em 16 usinas solares no Brasil com apoio do BNDES

Por Portal Be News

13 de maio de 2025 às 6:24

Da Redação


Conforme divulgado, as usinas entraram em operação no segundo semestre de 2024. Foto: Divulgação
Conforme divulgado, as usinas entraram em operação no segundo semestre de 2024. Foto: Divulgação

Projeto de minigeração distribuída vai receber R$ 156 milhões em nove estados e deve evitar emissão de 844 mil toneladas de CO₂ em 30 anos


Multinacional francesa especializada em soluções de energia renovável e eficiência energética, a GreenYellow vai implantar 16 usinas solares de minigeração distribuída em 13 cidades brasileiras, com financiamento de R$ 156 milhões aprovado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O investimento será feito com recursos do Finem (R$ 126 milhões) e do Fundo Clima (R$ 30 milhões). As usinas entraram em operação no segundo semestre de 2024.

Os empreendimentos têm potência instalada total de 31 megawatts alternados (MWAC), unidade usada para medir a capacidade de geração de energia em corrente alternada, como é entregue à rede elétrica. As usinas estão distribuídas por municípios de nove estados das regiões Centro-Oeste, Sul, Sudeste e Norte. As cidades beneficiadas são Matrinchã (GO), Costa Rica (MS), Canarana (MT), Américo de Campos (SP), Guaíba, Venâncio Aires e Santa Cruz do Sul (RS), Mondaí (SC), Alto Paraná, Goianésia (GO), Itacoatiara e Iranduba (AM), além de Balsas (MA).

Segundo Marcelo Xavier, presidente da GreenYellow no Brasil, o projeto reforça a atuação da empresa no segmento de energia solar e abre caminho para novos aportes da companhia no país. “Ao longo dos 10 anos da GreenYellow no Brasil, o objetivo da empresa tem sido fortalecer o compromisso da implementação de projetos eficientes aos clientes. Esse aporte, que tem impacto direto no setor de infraestrutura, está alinhado ao planejamento da empresa de utilizar sua ampla expertise para garantir ativos de alta qualidade e robustez na entrega”, afirma.

De acordo com o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o projeto contribui para a transição energética no país e deve evitar a emissão de 844 mil toneladas de CO₂ equivalente ao longo de 30 anos. “O BNDES é o maior financiador de energia renovável do mundo segundo a Bloomberg. Nosso objetivo é apoiar investimentos em geração e distribuição local de energia renovável, para que o país avance na agenda da transição energética, como determina o governo do presidente Lula”, declarou.

 
 
 

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