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  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Rafael Brusque - Blog do Caminhoneiro

Publicado em 13 de março de 2026

Fonte: Blog do Caminhoneiro
Fonte: Blog do Caminhoneiro

Fabricantes de caminhões que atuam na Europa, como Daimler (Mercedes-Benz), Volvo Group (Volvo e Renault Trucks), Traton (Scania e MAN), DAF (Paccar) e Iveco, terão uma mudança no cálculo de emissões, o que vai relaxar um pouco as rígidas metas de CO2 do continente.


As regras atuais obrigam as montadoras a reduzirem as emissões totais de seus caminhões em 15% até 2025, 45% até 2030 e 90% até 2040, em comparação com as emissões registradas em 2019.


Com essas imposições, o uso de caminhões a diesel vai ficando cada vez mais inviável, e as montadoras têm apostado todas as fichas em caminhões elétricos e a hidrogênio, mas o custo maior para aquisição ainda não fez as vendas desses modelos subirem o suficiente.


A proposta apresentada pela Comissão que analisa o caso não é uma revisão das regras atuais, mas permite maior flexibilidade para as montadoras de caminhões obterem créditos de compensação de CO2 se excederem as metas estipuladas.


Isso permite também que as fabricantes criem poupanças de CO2 para uso em períodos futuros.


Uma regra parecida com essa já existia, mas a nova proposta é mais flexível, especialmente por conta da progressão linear das metas de emissões. Nesse ano, por exemplo, pela regra atual, adota-se uma redução intermediária, onde a redução de emissões precisa ficar em 20%. Ano que vem sobe para 27%.


A nova regra elimina essa curva de progressão linear, mantendo os patamares obrigatórios de 2025, 2030 e 2040, sem mudança nos anos não citados. Por exemplo. A redução de 15% de 2025 é mantida até 2029, e em 2023 sobe para 45%.


A mudança vai beneficiar as montadoras da seguinte forma: Se a fabricante atingir uma redução de 18% nas emissões de CO2 em 2026, anteriormente não teria atingido a meta estabelecida pela curva de redução, mas agora poderá obter créditos de carbono. Esses créditos poderão ser utilizados em anos posteriores.


As montadoras pediam juntas, incluindo também a turca Ford, mudanças nessa legislação. Em uma carga conjunta enviada em outubro, foi solicitada esse flexibilização maior nas regras, visto que seria praticamente impossível atingir as metas anteriormente estipuladas.




 
 
 

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